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Sintomas mais comuns de excesso de açúcar no sangue

Todo mundo ama um docinho, mas todo mundo também sabe que ele é um grande vilão da nossa qualidade de vida.

Só de ouvir a associação entre açúcar e sangue já nos dá aquela sensação de arrepio, não é?

Por mais que a gente não conheça a fundo sobre o assunto, com certeza temos a ideia vaga de que isso não é nem de longe algo bom para o nosso organismo.

Historicamente, o açúcar proveniente da cana só começou a ser efetivamente usado e popularizado na culinária humana em meados do século XVII. 

Por causa disso, inúmeras doenças até então desconhecidas, motivadas pelo excesso de açúcar no sangue, não eram amplamente estudadas, nem conhecidas pela maioria das pessoas.

De uns tempos pra cá o cenário mudou muito: diabetes, colesterol alto, obesidade e até mesmo problemas gastrointestinais têm sido apontados como decorrentes ou motivados pelo consumo desenfreado do docinho nosso de cada dia.

Mas quais são os impactos do açúcar na nossa corrente sanguínea?  O que causa esse processo?  E, o mais importante, como de alguma forma, nós podemos evitar ou reverter esse quadro caso nossos níveis de açúcar no sangue já estejam elevados? 

Nesse artigo nós vamos esclarecer todos esses questionamentos e trazer soluções práticas, indicadas por profissionais da área, que podem te ajudar a evitar ou tratar problemas relacionados ao nosso tema em questão.

O que é glicose e para que ela serve

diabetes

 

De acordo com as aulas de ciências, a glicose é um carboidrato ou um monossacarídeo, obtido através da alimentação.

Também chamada de glucose ou dextrose, essa substância é primariamente produzida pelas plantas durante e processo de fotossíntese, podendo ser encontrada nos alimentos que consumimos no dia a dia como frutas, pães, bolos e doces.

Comumente chamamos a glicose de açúcar e é importante destacar que ter certas quantidades dela no nosso sangue não só é normal, como também necessário para a nossa sobrevivência.

Sendo assim, é bom esclarecermos desde já que ter um certo nível de glicose no sangue é perfeitamente aceitável.

Ao nos alimentarmos, nosso organismo inicia um processo chamado de quebra de glicose, onde as enzimas do nosso corpo trabalham juntamente com o pâncreas para processar quimicamente os alimentos e a glicose deles.

Esse processamento ocorre através de dois tipos de hormônio conhecidos como insulina e glucagon, que têm atividades biológicas inversas e antagônicas.

Mesmo diferentes, esses hormônios funcionam como reguladores dentro do nosso organismo. 

A insulina atua diretamente na absorção da glicose, diminuindo sua concentração no sangue. Já o glucagon estimula os níveis de açúcar na corrente sanguínea.

É o pâncreas quem decide qual tipo de hormônio vai secretar, conforme as necessidades de regulação da glicose dentro do nosso corpo.

Se você tem algumas dúvidas referentes aos hormônios e suas atuações, nesse artigo nós explicamos tudo sobre eles para você!

Continuando, essa taxa varia um pouco entre cada indivíduo, sendo o ideal a quantidade entre 4 e 5,9 mlool por litro de sangue, medido antes das refeições.

A glicose é importante no nosso organismo por ser a principal fonte de energia para as nossas células e está envolvida de forma global no nosso metabolismo, trabalhando em diversos processos ao mesmo tempo.

É simples de entender os efeitos da falta de glicose no sangue: se você já foi para a academia alguma vez sem se alimentar direito, com certeza sentiu algum mau estar envolvendo fraqueza, tontura e palidez.

Normalmente isso ocorre por gastarmos o estoque de glicose com as atividades físicas, provocando episódios de hipoglicemia.

Sintomas mais comuns de quem tem altos níveis de açúcar no sangue

sintomas diabetes

 

Assim como qualquer substância, a desregulação dos níveis glicêmicos provocam efeitos indesejáveis e, dependendo do contexto, são fatores extremamente prejudiciais para nossa qualidade de vida.

As causas para elevação dos índices de açúcar são variadas: desde fatores genéticos (muitas pessoas já nascem com problemas no controle da glicose) até nosso estilo de vida, principalmente no que se refere aos alimentos que ingerimos no dia a dia.

Vivemos em um mundo repleto de produtos industrializados e ultraprocessados, com quantidades assustadoras de açúcar.

É muito importante verificarmos as embalagens com os ingredientes que compõem os produtos que consumimos, pois até mesmo alimentos salgados, que julgamos não possuir glicose, podem estar repletos dessa substância.

Observe com atenção produtos como itens de padaria (exemplo: pizza e salgados), bacon, presunto, hambúrgueres industrializados, caldos de tempero, manteiga de amendoim, macarrão instantâneo, alimentos enlatados, isotônicos entre outros.

Além disso, é preciso um cuidado redobrado até mesmo com os alimentos rotulados de “light”, pois eles podem ter uma redução apenas do açúcar ou uma substituição por adoçante, ou seja, ainda são fornecedores de glicose.

O nosso corpo sempre emite sinais quando algo dentro de nós não vai bem.

É importante identificarmos esses alertas, principalmente porque eles podem nos indicar, antes mesmo de realizar um exame laboratorial, se estamos com alterações na carga glicêmica na corrente sanguínea.

Separamos alguns sintomas recorrentes de quem está com altos níveis de açúcar no sangue:

  • Boca seca
  • Batimentos cardíacos acelerados
  • Fadiga
  • Náusea
  • Vômito
  • Falta de ar
  • Aumento da sede
  • Micção frequente
  • Odor 
  • Mau hálito
  • Dor de estômago
  • Visão embaçada
  • Perda de peso não intencional
  • Infecções recorrentes
  • Aftas. 

Além disso, existem fatores externos diferentes da alimentação que podem provocar picos de glicemia como estresse, consumo em excesso de medicamentos com esteróides, doenças virais e falta de exercícios físicos.

Ao perceber um quadro com diversos sintomas associados, procure um médico imediatamente, a fim de confirmar se você está tendo problemas de saúde relacionados ao excesso de açúcar.

Os maus hábitos alimentares ainda são os maiores causadores de altos índices glicêmicos e prejudicam muito sua qualidade de vida.

Por isso, é importante rever os tipos de alimentos que consumimos no nosso dia a dia, a fim de reeducarmos nosso paladar, afinal, a sensação que o açúcar nos traz é agradável, não podemos negar.

Muito além de questões relativas ao peso e emagrecimento, maus hábitos alimentares envolvendo excessos de glicose provocam sérios problemas cardíacos, intestinais e socioemocionais.

A coisa se torna ainda mais preocupante quando observamos que os níveis de obesidade e diabetes nas crianças aumentam constantemente, consequência do consumo desenfreado de refrigerantes, salgadinhos e outras guloseimas que deveriam ser trocadas por frutas, legumes e verduras.

Segundo a OMS, 150 milhões de crianças no mundo têm problemas e atraso no crescimento devido a uma alimentação inadequada e uma dieta não saudável é responsável pela morte de 22% dos adultos no mundo.

Cientistas franceses comprovaram que o consumo desenfreado de bebidas como refrigerantes, que contém doses altíssimas de açúcar, está diretamente relacionado ao aumento do risco de se desenvolver câncer. 

O estudo foi publicado no British Medical Journal, apontando que pessoas que ingerem apenas 100ml desses tipos de bebidas por dia têm 18% de chances a mais de terem esses tumores malignos.

Assustador, não é? Mas a coisa não para por aí. Muitas patologias crônicas são desencadeadas pelo consumo excessivo de açúcar.

Conheça cada uma delas no tópico a seguir.

Diabetes: o mal do século

 

Ela é a primeira a constar na nossa lista por ser a doença que mais se relaciona de forma direta com a desregulação da glicose no nosso organismo.

Citada pela primeira vez com esse nome por volta do século 10 d.C. pelo médico grego Areteu, a diabetes já começou a ser estudada sendo considerada como uma das piores doenças que poderia acometer os seres humanos.  

No entanto, é possível identificar que na antiguidade essa patologia não era tão recorrente, nos escritos do próprio Areteu ele afirma que essa era uma condição rara para sua época.

Avançando para o século 17, é possível identificar uma popularização dos estudos em relação à diabetes, que em 1675 teve uma acréscimo em sua classificação com a palavra mellitus, cunhada pelo médico inglês Thomas Willis. 

Na época, esse tipo de diabetes também ficou conhecido como doença de Willis devido aos estudos desse pesquisador.

A diabetes mellitus é uma síndrome metabólica provocada por problemas na fabricação da insulina que não regula os níveis de açúcar no sangue dentro do nosso organismo.

Existem vários tipos de diabetes mellitus: 

  • Tipo 1: é uma doença que apresenta defeito nos anticorpos do nosso organismo, fazendo com que nosso sistema imunológico destrua as células produtoras de insulina
  • Tipo 2: é mais recorrente entre os diabéticos, atingindo 90% das pessoas que apresentam essa patologia. Basicamente é a resistência do nosso corpo em relação à produção de insulina e a deficiência e excretar esse hormônio. Muitos médicos têm associado a obesidade e o sedentarismo como causadores desse tipo de diabetes.
  • Diabetes gestacional: como o próprio nome já diz, pode acometer grávidas em qualquer período da gestação, apresentando quadros de intolerância à glicose. É importante ressaltar que a doença pode persistir mesmo após o parto. 

Somente em 1794 é que Johann Peter Frank diferenciou uma nova tipologia, a diabetes insipidus.

Essa diferenciação da doença está relacionada a uma deficiência no hormônio vasopressina, ou mais conhecido como hormônio diurético,provocando extrema necessidade de urinar constantemente, o que pode resultar em sintomas como desidratação e sede excessiva.

Existem múltiplas causas desencadeadoras da diabetes insipidus, desde fatores hereditários a lesões cerebrais, tumores, tuberculose e outros tipos de doenças.

O que se percebe é que na medida em que a sociedade vai ficando cada vez mais industrializada  e, por consequência, os alimentos também, a inserção de altos níveis de açúcar na composição dos produtos que consumimos aumentam de forma assustadora os casos de diabetes.

Nos últimos 10 anos, somente nos Estados Unidos, os índices de pessoas que apresentaram diabetes subiram cerca de 61%, atingindo quase 25 milhões de pessoas. 

A incidência em crianças é ainda mais alarmante: no cenário global, em 1985 se registrou 100 milhões de casos e em 2010, 221 milhões.

Os índices e estatísticas são tão preocupantes que muitos cientistas classificaram a diabetes como o mal do século ou a peste negra do século 21, sendo rotulada como uma epidemia de preocupação mundial- é a oitava doença que mais mata atualmente.

Já entre as doenças crônicas, a diabetes é a número um em ter vítimas fatais.

Alguns fatores são considerados de risco para quem tem diabetes ou propensão a desenvolver a patologia. É bom ficar atento às seguintes ocorrências:

  • Cirurgia, traumas ou doenças: quando nosso corpo está ferido ou com imunidades mais baixas, há uma tendência de elevação dos níveis de glicose o que pode levar a picos, causando ceteosidade diabética
  • Pular refeições: não se alimentar por um longo período de tempo tem efeitos indesejados sobre qualquer organismo, mas no caso de portadores de diabetes a atenção deve ser redobrada, pois esse hábito pode causar flutuações nos níveis de insulina. 

Como a diabetes afeta nosso corpo

diabetes como afeta nosso corpo

 

Apesar dessa doença se relacionar aos níveis de glicose, não existe somente um órgão ou áreas específicas que podem ser afetadas pela diabetes. 

Nosso organismo como um todo sofre os efeitos dessa patologia.

Nos olhos, os altos índices de açúcar causam o engrossamento das paredes oculares que impedem a passagem de sangue para outras áreas da retina. 

Além de provocar hemorragias, esse processo pode levar a perda gradual da visão, resultando em cegueira.

A hiperglicemia também causa uma diminuição da imunidade no nosso organismo, deixando nosso corpo suscetível a inflamações e infecções dos mais variados tipos.

Outros problemas desencadeados são os cardiovasculares, pois o excesso de açúcar modifica a fórmula do LDL, responsável por transportar o colesterol, que começa a depositar sua substância nas paredes do vaso, até obstruí-los. 

Essa ação é a que motiva eventos como infartos ou derrames, muitas vezes podendo ser fatais.

No rim, a diabetes pode afetar todo o sistema de filtragem que trabalha na desintoxicação do nosso corpo.

O Dr. Marcos Vieria, nefrologista e presidente da fundação Pró-rim explica que por causa disso, doenças renais são mais comuns em pessoas diabéticas: “Os altos níveis de açúcar fazem com que os rins filtrem muito sangue, sobrecarregando os órgãos e levando a perda de proteínas na urina”.

Outro efeito preocupante é a disfunção dos nervos causada pelo excesso de açúcar no sangue, provocando falta de sensibilidade dolorosa. É comum ocorrer casos em que o paciente não sente machucados e arranhões na pele, que com o tempo vão inflamando e ocasionando graves ulcerações.

Essas úlceras podem evoluir para gangrena, resultando na perda ou necessidade de amputação, principalmente nas regiões inferiores como pernas e pés. 

Para evitar complicações decorrentes da doença, muitos cuidados devem ser tomados, que alteram profundamente o estilo de vida dos pacientes.

É importante sempre buscar ajuda, principalmente para quem está na fase inicial de diagnóstico, pois muitas vezes nos sentimos perdidos e confusos em como lidar com as incertezas dessa patologia.

No entanto, já existem inúmeros tipos de tratamentos e ações comprovadas que podem ser adquiridas para que portadores de diabetes tenham qualidade de vida.

Vamos conferir?

Tratamentos para a diabetes

Em 1875, o médico francês Apollinaire Bouchardat publicou em Paris diversos estudos que são usados até hoje como elementos importantes para a diabetes, incluindo uma dieta especial com menos açúcar e carboidratos, prática diária de exercícios físicos e atenção redobrada em relação a mudanças de peso corporal.

No período de 1909, o médico belga Jean de Meyer propôs o nome insulina, uma derivação da palavra latina “insula”, para conceituar a substância hormonal ausente no pâncreas das pessoas com diabetes.

Foi somente em 1916 que se conseguiu extrair a insulina e assim sintetizá-la, primeiramente de origem animal. 

Em 1926 John Jacob Abel (1857-1938) na Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, conseguiu produzir insulina na forma pura e cristalina.

Devido aos avanços da medicina em relação a diabetes e a insulina, hoje a maioria dessas pessoas que são acometidas pela doença tem possibilidade de tratamento, com medicações disponíveis no mercado para manter os índices glicêmicos sob controle.

Casos mais raros podem demandar transplantes do pâncreas, de forma isolada, ou conjuntamente com os rins, para pacientes que apresentam algum tipo de problema ou insuficiência renal. 

Os transplantes são recomendados para quem apresenta complicações extremas, que são insulino-dependentes ou que tem dificuldades de controlar a glicemia.

Mesmo que existam tratamentos farmacológicos com a insulina, inúmeros médicos aconselham a manter também uma dieta apropriada e a prática de atividade física, melhorando a qualidade de vida para pessoas diabéticas.

Dietas controladoras da glicemia

dieta diabetes

 

Ficou claro que os excessos de açúcar no sangue são fatores que devem nos preocupar, independente da idade.

A boa notícia é que existem possibilidades de prevenir os males causados pelos altos índices de glicose no sangue.

O mais indicado pelos especialistas é a reeducação alimentar, que ajuda na internalização de hábitos que diminuem substancialmente o consumo de produtos industrializados e com altas quantidades de açúcar.

A primeira dica é a redução de carboidratos com alta carga glicêmica, como os alimentos que contém farinha branca e até mesmo o famoso arroz que consumimos no nosso dia a dia.

Dê preferência para comidas do tipo “in natura” como frutas, legumes e vegetais frescos. Também é preciso incluir cereais integrais e grãos como feijão, grão de bico, lentilha e ervilha.

Priorize no seu cardápio as proteínas, como carne, frango, peixes e frutos do mar, além de queijos e laticínios em geral, sempre prestando atenção nas quantidades de açúcar ao analisar os rótulos das embalagens.

A relação entre os grãos integrais na alimentação é que eles têm um potencial muito maior de baixar o índice glicêmico, diferente dos produtos refinados.

Além disso, eles também induzem a sensação de saciedade por mais tempo, pois levam horas para serem digeridos, visto que contém poucos níveis de glicose e não ocorrem picos de insulina.

Outra atuação benéfica para uma dieta que prioriza alimentos com menor carga de açúcar é a diminuição de alguns tipos de compulsão como o consumo desenfreado de doces e massas, pois se tem sensações mais longas de saciedade.

Para ficar mais fácil de entender, separamos duas listas que mostram dietas opostas, com alta e baixa carga glicêmica, respectivamente.

Exemplos de alimentos com alto índice glicêmico:

  • Leite condensado
  • Chocolates
  • Açúcares
  • Bolos
  • Macarrão
  • Pizza
  • Biscoitos
  • Arroz branco
  • Batata. 

Exemplos de alimentos com baixo índice glicêmico:

  • Aveia
  • Pão integral
  • Carnes
  • Feijão
  • Pera
  • Maçã
  • Kiwi
  • Hortaliças
  • Castanhas. 

Vale lembrar que para o caso de pessoas com predisposição genética, principalmente com histórico familiar de diabetes ou para aqueles que já têm um diagnóstico da doença, é necessário um cuidado redobrado com a alimentação.

Para esses casos, é melhor evitar até mesmo alguns tipos de frutas mais açucaradas ou com a chamada frutose, o doce típico desses alimentos. 

Quem se enquadra nessa classificação, deve ingerir a mínima quantidade possível de banana, manga, uva, abacaxi e melancia.

Atividade física e suas relações com os níveis de açúcar no sangue

treino

 

Você sabia que a prática de atividade física faz com que seu corpo consuma o açúcar do sangue, melhorando a atuação da insulina e assim mantenha reguladas as taxas de glicemia no organismo? 

Estudos de ponta relacionam a prática de atividade física como uma das principais ações para prevenir picos de glicemia e evitar o aparecimento precoce de patologias como diabetes.

Segundo a educadora física Sonia de Castilho “o exercício reduz a glicemia porque os músculos consomem glicose para gerar energia para o movimento. (...) Com o tempo, o corpo se acostuma ao esforço e a glicemia se estabiliza. Nos dois casos, com a prática regular, a glicemia tende ficar mais baixa continuamente (efeito crônico)”

Dependendo da intensidade do exercício, os músculos podem captar de 7 a 20 vezes mais a glicose do que no movimento normal do corpo.

A recomendação é que por causa desse consumo, se faça um lanche pré-treino com carboidratos para que se tenha estoque suficiente de glicogênios, evitando assim extrema fadiga no decorrer da atividade.

Um estudo de caso feito com 3000 participantes nos Estados Unidos, liderado pelo Instituto Nacional de Saúde Pública, mostrou que ao praticar atividades físicas de 150 minutos por 5 dias da semana, os riscos de desenvolver diabetes nos voluntários do experimento reduziram em 58%.

Bom, comprovados os benefícios, melhor não perder tempo, não é? 

Inclua na sua vida hábitos que te ajudam a manter no controle os açúcares pelo sangue.

E, o mais importante, ao perceber qualquer sintoma, procure um médico!

 

Referências

RIBEIRO, Krukemberghe Divino Kirk da Fonseca. "Insulina e Glucagon"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/insulina-glucagon.htm. Acesso em 17 de maio de 2022.

History of insulin therapy de Haycock P. In: Schade DS, Santiago JV, Skyler JS, Rizza RA. Intensive insulin therapy. Princeton, NJ: Excerpta Medica, 1983:1-19

ATKINSON, S, Fiona et al. International Tables of Glycemic Index and Glycemic Load Values: 2008. Diabetes care. Vol.31. 12.ed; 2281–2283, 2008



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