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Mudanças hormonais e suas relações com a nossa pele

Com certeza em algum momento da vida você já ouviu falar ou leu algo sobre hormônios. TPM, menopausa, andropausa são assuntos recorrentes quando falamos das questões hormonais. Na maioria das vezes não conseguimos dizer exatamente o que são, mas sabemos que esses elementos têm um grande impacto na nossa vida, principalmente no caso das mulheres.

Vistos como determinantes do bem estar e da saúde humana, hoje existem estudos que até mesmo falam de inteligência hormonal, fazendo conexões desses fenômenos com processos neurológicos ligados ao cérebro e ao desenvolvimento intelectual.

Mas o que são, enfim, hormônios? 

Do grego, a palavra significa “movimento” ou “estímulo” e desde muito tempo a medicina investiga o quanto essas substâncias químicas atuam dentro do nosso corpo. 

No seu significado biológico, as explicações médicas são complexas, mas basicamente os hormônios são mensageiros produzidos pelas glândulas com composições químicas que podem variar de acordo com a função de cada um. 

Eles são importantíssimos para as atividades biológicas do corpo em geral, principalmente no campo do crescimento, desenvolvimento, vida sexual e equilíbrio do organismo.

Nosso corpo possui cerca de 50 tipos de hormônio e quando produzidos em maior ou menor grau que o ideal, podem afetar aspectos importantes da vida, como o sono, saúde mental, apetite e outros tipos de comportamento: quem nunca já culpou os hormônios por um surto de estresse ou por comer muito chocolate, que atire a primeira pedra!

Devido às suas variadas influências no nosso corpo, a saúde da pele também pode ser afetada pelos hormônios.

Nesse artigo vamos conhecer como os aspectos hormonais agem nas diferentes fases da vida e entender quais são seus impactos positivos ou negativos para a estética como um todo.

Tipos de hormônios e como eles afetam nosso dia a dia

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Como mensageiros por natureza, os hormônios basicamente dizem ao corpo o que fazer. Por isso, estão conectados a atividades essenciais para a nossa sobrevivência, como crescer, comer e respirar. 

Apesar de passearem pelo corpo todo, algumas células específicas são afetadas pela mensagem que eles transmitem e isso ocorre porque elas possuem o que chamamos de receptores hormonais.

Esses receptores podem se localizar no núcleo ou superfície da célula e funcionam como uma chave que consegue entender a mensagem dos hormônios e executar alguma ação no corpo.

Você já compreendeu que esse é um processo comum dentro do nosso organismo e todos passamos por várias alterações hormonais no nosso cotidiano.

O Dr. Ricardo Barini, professor e pesquisador da Unicamp, classificou mudanças na produção hormonal importantes em quatro fases principais da vida humana:

  • Infância
  • Adolescência
  • Vida adulta
  • Senescência (pessoas com mais de 60 anos)

Todas essas atividades hormonais são produzidas nas glândulas, estruturas que constroem e entendem os hormônios. Para que você entenda melhor, elaboramos uma relação das glândulas existentes no nosso corpo e os tipos de hormônios que elas produzem.

Hipófise

Também chamada de glândula mestra, a hipófise se localiza na nossa cabeça e fabrica o que chamamos de hormônios reguladores. Essas substâncias influenciam em praticamente todos os aspectos da nossa vida. Explicamos agora para você de forma resumida a função de cada um desses elementos:

  • Hormônio do crescimento ou somatotrófico: como o próprio nome já diz, é responsável pelo nosso desenvolvimento em todos os sentidos, desde a musculatura até os ossos. É produzido em uma região da cabeça chamada também de hipófise.
  • Prolactina: ativa e promove a produção de leite nas mamas na fase lactante. Geralmente a síntese desse hormônio ocorre durante o sono- por isso é muito importante as mamães dormirem bem nesse período da vida materna.
  • Oxitocina: trabalha diretamente na região da glândula mamária com atividades como saída de leite na amamentação e nas contrações do útero- por causa dessa função, ele também é conhecido como hormônio do parto.
  • Antidiurético ou ADH: mesmo que produzido em uma região do cérebro, a neuro-hipófise, o ADH atua diretamente no funcionamento dos rins, regulando a pressão sanguínea e a urina, controlando assim a saída de água do corpo.
  • Adrenocorticotrópico (ACTH): responsável por controlar os esteróides e estimular a secreção de hormônios nas glândulas suprarrenais.
  • Tireotrópico (TSH): atua na liberação dos hormônios relacionados à tireóide.
  • Ganadotrópicos: trabalham diretamente na produção dos órgãos sexuais de homens e mulheres.

Glândula tireóidea

Essa glândula se localiza na região do pescoço e é mais conhecida pelas pessoas do que a hipófise. 

Sua responsabilidade está em controlar todo o metabolismo do corpo, regulando funções importantes como o consumo de energia, os batimentos cardíacos, o pulmão e o sistema nervoso.  

Existem dois hormônios principais que atuam conjuntamente para regulação metabólica: o T3 ou tri-iodotironina e o T4 ou tiroxina.

Situados perto da glândula tireóidea, temos também as glândulas paratireóides, que são responsáveis pelo hormônio da paratireóide- um elemento importante que tem por função regular os níveis de cálcio no sangue.

Glândula suprarrenal do córtex

Essa região está ligada ao nosso cérebro e por meio do colesterol trabalham com os hormônios esteróides ou também chamados de corticosteróides.

O mais conhecido desses hormônios é o cortisol, responsável por formar a glicose no fígado para metabolizar energia e que se conecta a situações de estresse quando acionado. 

Também provocam reações anti-inflamatórias (usados nos famosos corticóides receitados pelos médicos) e atuam diretamente nas nossas alterações de humor e sono, provocando instabilidade.

Glândula suprarrenal da medula

Mesmo que de uma forma superficial, todos temos noção do quanto a medula é importante no nosso corpo. 

Situada dentro dos ossos e portadora das preciosas células-tronco, essa parte ligada às glândulas suprarrenais é responsável pela produção dos seguintes hormônios:

  • Adrenalina: todo mundo já sentiu aquele “frio na barriga” diante de alguma situação na vida. Essa sensação tem nome e é um hormônio fabricado pelas glândulas suprarrenais, causando uma preparação para o corpo em momentos de tensão ou estresse. Quando ativada, a adrenalina provoca suor excessivo, batimentos descompassados, respiração acelerada e aumento da pressão arterial.
  • Noradrenalina: é uma substância de neurotransmissão em algumas regiões do sistema nervoso, podendo atuar no aumento da glicemia e nas ações vasodilatadoras

Glândula pineal

Menos conhecida do que outras produtoras de hormônios, essa glândula também se encontra na região do cérebro e sintetiza a melatonina, que tem por função regular nos seres humanos o ritmo biológico, principalmente no sono.  

Liberada sempre no início da noite, o seu pico de produção ocorre algumas horas depois e é uma etapa importante na indução do sono- é como se esse hormônio informasse ao nosso cérebro a hora de dormir.

Pâncreas- órgão e glândula ao mesmo tempo

Essa parte importante do nosso corpo é localizada na região abdominal, e tem funções de síntese e secreção no que se refere aos hormônios. Dentre os mais conhecidos, temos:

  • Insulina: é  promotora da entrada da glicose nas diversas células do nosso corpo como as musculares e adipócitas (aquelas que compõem as chamadas gordurinhas), atuando, portanto, no nível de glicose do sangue.

Você sabe da importância da insulina como reguladora do açúcar no organismo? Confira um pouco mais sobre esse assunto nesse artigo: link do artigo sintomas mais comuns de excesso de açúcar no sangue

  • Glucagon: funciona principalmente quando os índices de glicose estão muito abaixo do normal- é um bom atuante quando se está em jejum. Por exemplo: se você sente fome mas não come no momento de necessidade do corpo, o glucagon faz com que o fígado produza glicose, trazendo alívio durante um tempo para essa sensação.

Ovários e os hormônios sexuais femininos

Palavrinhas como testosterona, progesterona e estrogênio com certeza já foram ouvidas por você em uma conversa ou até mesmo nas aulas de ciência na escola.

Esses hormônios são os mais conhecidos por se controlarem a reprodução humana, afetando diretamente não só a vida sexual das pessoas, mas seu organismo como um todo.

A testosterona é o principal hormônio masculino, produzido nos testículos, sendo responsável pela fabricação e amadurecimento dos espermatozóides.

No caso das mulheres, ocorre a produção da progesterona e estrogênio. Confira abaixo as características de cada um:

  • Estrogênio: considerado um hormônio ovariano, é fabricado nos folículos dos ovários e tem como função induzir o amadurecimento dos órgãos genitais, estimular o desenvolvimentos de caracteres sexuais secundários como a libido, regulação e produção do colesterol, antienvelhecimento da pele e outros.

Também atua nos espessamento do endométrio. A secreção do estrogênio é feita por um outro tipo de hormônio produzido na hipófise: o LH ou luteinizante.

  • Progesterona: produzida pelo corpo lúteo no ovário, atua nas diversas fases do ciclo menstrual, além de manter o espessamento do endométrio produzido pelo estrogênio, deixando-o apto para receber o embrião.

Para cada fase da vida, uma mudança hormonal: como essas alterações afetam a nossa pele?

mulher apertan no cravo

 

Já foi possível observar que praticamente todas as funções que temos no nosso organismo passam pela atuação dos hormônios.

Por serem elementos tão essenciais na qualidade de vida, alterações hormonais podem afetar nossa pele e autoestima.

A seguir conheceremos quais mudanças podem nos atingir ao longo da vida no campo hormonal, como isso se relaciona diretamente com a questão estética e possíveis tratamentos para prevenir, amenizar ou reverter alguns casos.

Puberdade e acnes: o pesadelo que tem solução

Durante a infância, os hormônios são produzidos em poucas quantidades, diferentemente da fase adolescente, onde a maioria das mulheres começam a produzir de forma até mais precoce que os homens níveis de hormônios importantes para o desenvolvimento.

Algumas mudanças no corpo são visíveis nessa fase, principalmente no crescimento de órgãos como as mamas e no aparecimento de pelos em diversas localidades.

Um dos maiores problemas enfrentados pelo público adolescente é o aparecimento de acnes (as famosas espinhas) e o aumento de oleosidade na pele. 

A chamada puberdade, período que marca a transição da infância para adolescência, traz consigo diversas alterações nos hormônios nomeados como estrógenos e andrógenos.

São os andrógenos que têm efeitos mais visíveis na pele, pois trabalham nas glândulas sebáceas, tornando-as mais ativas nessa fase da adolescência.

Com uma produção aumentada, aqueles que têm predisposição genética podem sofrer de um maior nível de gordura que resulta na oleosidade e nas espinhas.

A boa notícia é que existem inúmeros tipos de tratamento internos e externos que ajudam a acabar com esse problema e até mesmo prevenir o aparecimento de novas acnes.

Nesse post você encontra os procedimentos estéticos que existem para tratar alterações acneicas na pele, como o peeling químico, o microagulhamento, o skinbooster e até mesmo a usual limpeza de pele.

Acne da mulher adulta: uma surpresa inesperada

acne na vida adulta

 

Se engana quem pensa que problemas com espinhas são somente questões da vida adolescente. 

A acne adulta é uma realidade para muitas mulheres, que começam a notar o surgimento delas na pele, geralmente a partir dos 25 anos. 

Para esses casos, o tratamento depende de um diagnóstico realizado por um médico e pode variar, dependendo da fonte causadora desses distúrbios.

No caso dos hormônios, o aparecimento de acne na vida adulta pode estar ligada a doenças como síndrome do ovário policístico- cerca de 70% das portadoras desse problema apresentam acnes recorrentes.

Outro fator que ocasiona alterações na pele são os períodos pré-menstruais: os doutores Sergio Schalka e Flavia Alvim, médicos pesquisadores da USP, apontaram em seus estudos que as lesões acneicas aumentam cerca de 60 a 70% nesta fase do ciclo menstrual feminino.

Isso ocorre devido às mudanças contínuas dos níveis de hormônios como estrogênio e progesterona, causando alterações biológicas na nossa pele, inclusive o couro cabeludo.

Estudos encontrados por pesquisadores da PUC sobre as potencialidades do tratamento estético para casos de acne na vida adulta mostram que procedimentos contínuos de limpeza de pele e extração de comedões podem ter efeitos satisfatórios na melhora da aparência e qualidade da pele, contendo também a produção de oleosidade, o que previne as acnes.

Para tratamentos das cicatrizes deixadas por essas disfunções na pele, são recomendados os protocolos que já citamos acima: peelings e microagulhamento, por exemplo.

Lembre-se sempre de consultar um profissional para esses casos, pois os tratamentos dependem do diagnóstico individual de cada um e são submetidos a uma apurada avaliação médica.

Diabetes Mellitus ou do Tipo 2: relações com a saúde da pele

Talvez você já saiba que existem vários tipos de Diabetes, considerada uma das doenças que mais cresce no Brasil e no mundo. 

Em 2021, registrou-se cerca de 537 milhões de adultos portadores dessa doença por todo o globo, sendo a maioria mulheres.

Com maior índice de aparecimento na vida adulta, a Diabetes do tipo 2 tende a se desenvolver em indivíduos com predisposição genética a partir dos 40 anos de idade. 

Como já vimos acima, o hormônio da insulina tem um papel fundamental de regular a glicose no sangue.

No caso da diabete, existe um problema ou defeito nessa regulação, causando elevados níveis de glicose, por isso essa patologia é considerada como uma síndrome metabólica hormonal.

Alguns especialistas destacam que os primeiros sintomas dessa doença podem ser verificados nas manifestações cutâneas, como manchas escuras e espessamento da pele, principalmente nas áreas das dobras como axilas, virilhas, pescoço e cotovelos.

As dificuldades de cicatrização também são aspectos necessários a se considerar para pacientes diabéticos, deixando a pele lesionada e com lenta recuperação.

Como medida paliativa, pode-se aplicar cremes à base de ureia, por exemplo.

Já existem estudos avançados que comprovam que tratamentos estéticos podem ajudar na pele das pessoas diabéticas, mas para isso é necessária uma avaliação médica antes, com a recomendação de priorizar procedimentos não invasivos.

Chegou a menopausa: como fica a pele?

menopausa

 

A partir dos 45 anos as mulheres começam a experimentar uma série de alterações hormonais caracterizada como o último ciclo reprodutivo da mulher.

Isso ocorre porque a produção de progesterona e estrogênio diminuem, até chegarem em um momento em que não são mais produzidos pelo ovário.

Os efeitos que a menopausa provoca na pele podem afetar diretamente na aparência e autoestima, com uma visível flacidez, fragilidade e ressecamento.

Assim como ocorre com os hormônios, também são produzidos em menor quantidade o colágeno e as fibras de elastina, afetando o tônus ou a firmeza da pele. 

Isso acontece porque o estrogênio está diretamente associado ao efeito antienvelhecimento cutâneo, melhorando sua hidratação, tonificação, cicatrização, espessura e aumentando a produção de colágeno.

Além de problemas na pele pela deficiência hormonal, também pode ocorrer uma ampliação da oleosidade e engrossamento dos pelos, inclusive na face, em regiões como queixo e bochecha. 

Inversamente, os fios do cabelo podem sofrer um processo de afinamento, ficando quebradiços e opacos.

Diante de tantos efeitos na pele e na aparência, o cuidado diário precisa ser redobrado, principalmente no uso de cremes nutritivos, banhos mais frios e muita proteção solar.

Aliar uma rotina de cuidados com procedimentos estéticos pode ajudar muito no caso da menopausa. Alguns protocolos que podem te auxiliar nessa etapa são:

  • Preenchimentos
  • Peelings
  • Botox
  • Mesoterapia ou intradermoterapia

Esses e outras terapias estéticas podem revitalizar a pele danificada, pois atuam na camada dérmica, provocando alterações positivas na estrutura cutânea de mulheres na menopausa. Estudos mostram que as aplicações também estimulam a síntese de colágeno e promover a reposição dessas substâncias revitalizadoras.

Hipotireoidismo e hipertireoidismo: mudanças corporais e a saúde da pele

Segundo um estudo publicado pelo IBGE, cerca de 15% da população brasileira sofre com doenças relacionadas à tireóide. 

Nas estatísticas, as mulheres são as que mais desenvolvem esses tipos de problemas, principalmente as que estão na meia idade, por volta dos 40 anos.

Uma das mais recorrentes alterações que ocorrem nessa fase é o hipotireoidismo, que além de outros sintomas como profunda sonolência e desaceleração dos batimentos cardíacos, pode provocar ganho de peso.

Problema oposto ao hipotireoidismo é o hipertireoidismo, uma produção excessiva dos hormônios que tem como consequência o emagrecimento acelerado.

Em ambos os casos a nossa estética da pele pode ser afetada, principalmente com o aparecimento das tão indesejadas estrias.

Com o acompanhamento médico adequado, portadores desses distúrbios podem realizar diversos acompanhamentos estéticos, como a mesoterapia,  procedimento já citado acima, que ajuda bastante na melhora da pele e na diminuição da aparência de estrias.

Um outro tipo de tratamento interessante é o Estetic Sculpt, um conjunto de protocolos que ajudam seu corpo a ganhar contornos mais simétricos e definidos. Por ser um tipo de harmonização corporal, as regiões tratadas podem ajudar na diminuição de celulites e flacidez e também das estrias.

O interessante desse tratamento é que ele é minimamente invasivo e não tem muitas contra-indicações, podendo assim impactar de forma positiva na autoestima e na qualidade de vida 

Como em diversos casos, os pacientes com distúrbios na tireoide precisam passar por uma avaliação médica para adequar as técnicas que serão utilizadas de acordo com o seu estado de saúde.

Se você quiser ler mais sobre harmonização corporal, vem dar uma olhadinha aqui!  colocar o link do post “tudo o que você precisa saber sobre harmonização corporal”

Mudanças hormonais na senescência e a melatonina

Conhecida como o hormônio da juventude, estudos recentes apontam que as pessoas mais velhas geralmente apresentam uma produção 5 vezes menor de melatonina no organismo em relação aos níveis fabricados em indivíduos mais jovens.

Isso afeta diretamente a qualidade do sono e da vida como um todo. 

Na pele, a baixa produção de melatonina provoca uma aparência cansada, com profundas olheiras e sulcos.

Além disso, a deficiência na produção hormonal pode a longo prazo trazer danos ainda maiores, como defasagem na imunidade da pele e deficiências na permeabilização cutânea.

Por ter o potencial de manter o colágeno, quando ausente ou produzida de forma insuficiente, a melatonina não consegue atuar como regeneradora celular, o que ocasiona o envelhecimento mais acelerado.

Estudos mais recentes apontaram que esse hormônio também tem efeito fotoprotetor e é considerado um antioxidante mais potente que a vitamina E.

Com tanto potencial para beleza e saúde da pele, é importante estar atento a sintomas de deficiência da melatonina e aliar um tratamento médico a procedimentos estéticos, principalmente os que incentivam a produção de colágeno, como o microagulhamento e os bioestimuladores, substâncias consideradas potentes micropartículas que induzem a produção celular colagenosa.

Entre inúmeras mudanças possíveis em relação aos hormônios, é sempre bom lembrar que o acompanhamento médico é o mais adequado para indicar como está sua saúde e quais técnicas e tratamentos podem auxiliar na estética como um todo, por isso não deixe de realizar consultas e exames periódicos: a sua saúde é muito importante!

 

E aí, ficou clara a relação entre os hormônios e a beleza da nossa pele?

Se você quiser conhecer mais sobre os procedimentos que citamos nesse artigo, fale com a gente clicando aqui.




Referências

 

BARINI, Ricardo. Modificações hormonais e variações comportamentais na mulher. II Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental, Campinas, 1994.

ADDOR, Flavia Alvim Sant'Anna; SCHALKA, Sergio. Acne da mulher adulta: aspectos epidemiológicos, diagnósticos e terapêuticos. Anais Brasileiros de Dermatologia, v. 85, p. 789-795, 2010.

Silva, M. C. de J., Nascente, F. M., Souza, C. M. D., Cardoso, A. M., Ferreira, L. de L. P., & Rocha Sobrinho, H. M. (2020). Os benefícios da limpeza de pele no tratamento coadjuvante da acne vulgar. REVISTA BRASILEIRA MILITAR DE CIÊNCIAS, 6(16).

MARIANO, T. B.; SILVA, T. B. F. A Intradermoterapia estética como terapêutica complementar na revitalização da pele em mulheres na menopausa. In: CONICSEMESP-18º Congresso Nacional de Iniciação Científica. 11p. Disponível em http://conic-semesp. org. br/anais/files/2018/trabalho-1000002664. pdf.

 

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