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mulher usando protetor solar

Doenças causadas pelo sol e tratamentos para cada uma delas

O sol, desde os tempos primórdios, é um símbolo de beleza e autoridade, mas não é de hoje que se ouve falar de como pode ser prejudicial para a saúde.

Isso acontece por conta dos seus raios ultravioletas, algo extremamente prejudicial para os seres vivos. 

A nossa atmosfera filtra a maior parte dessa radiação que o sol transmite, nos permitindo viver na terra, porém com o aumento da poluição e dos buracos na camada de ozônio, o risco para a saúde só aumenta. 

Quais problemas essa exposição pode nos trazer? Que doenças decorrentes da radiação solar existem? Elas podem ser tratadas ou prevenidas?

Responderemos para você todos esses questionamentos, destacando as principais patologias que são causadas pela nossa relação direta com a luz solar.

Melasmas

melasma

 

São processos que podem ser caracterizados pelo surgimento de manchas escuras no rosto e em outras partes do corpo.

Mais comum na região do nariz e bochechas, é uma consequência do excesso de exposição à luz ultravioleta.

Nesse caso, as manchas geralmente possuem formato irregular e não causam dor, ardência ou coceira. 

O melasma é uma doença mais frequente em mulheres, principalmente durante a gravidez, momento onde a mudança hormonal é constante. 

No entanto, essas pigmentações podem surgir também devido ao excesso de uso de anticoncepcionais, por questão genética, ou exposição frequente ou prolongada a celulares e computadores. 

O tratamento deve ser indicado de acordo com o especialista dermatologista, tendo como principal objetivo o clareamento das manchas e diminuição da produção de melanina, que é um pigmento responsável para dar a cor à pele, por isso o médico pode recomendar o uso de cremes, ou procedimentos estéticos como o peeling químico ou o dermoabrasão. 

Uma dica para evitar o aparecimento dessas manchas é manter uma alimentação rica em fibras e vitaminas C, E e Selênio, como tomate e beterraba.

Sardas (Efélides)

sardas

 

São pequenas manchas acastanhadas, geralmente mais comuns em pessoas ruivas e de pele bem clara (existem exceções), podendo aparecer em diversas partes do corpo, como por exemplo rosto, colo e ombros.

Ninguém nasce com essas manchinhas, elas aparecem ao longo do tempo de acordo com a genética ou com o ator principal desse texto, o sol. 

As chamadas manchas hereditárias (genética) podem aparecer na infância; já as de exposição ao sol começam na adolescência, são arredondadas e pequenas. 

Geralmente caracterizam-se por serem inofensivas (benignas) e não oferecem perigo à saúde, a única coisa que pode ocorrer é o aumento delas, devido a uma vida sem cuidados. Porém, o fato de existir sardas já caracteriza a pele como sendo mais sensível e que necessita de um olhar especial. 

Para preveni-las ou evitar a proliferação, é necessário o uso frequente de protetor solar e evitar se expor ao sol por períodos longos. 

Miliária Solar

miliária

 

Com o nome popularmente conhecido como brotoeja, a miliária é uma dermatite inflamatória aguda, resultado do bloqueio dos ductos excretores das glândulas sudoríparas que impedem a saída de suor. 

Elas podem aparecer (geralmente) no tronco ou pescoço, nas axilas, e nas dobras de pele, sob a forma de pequenas vesículas. 

O que favorece esse tipo de doença na pele são ambientes quentes e úmidos, muitas roupas e agasalhos e a febre alta. 

É importante ressaltar que a aparência delas vai variar de acordo com a profundidade que ocorreu o bloqueio do duto. Em um ponto mais superficial, elas mantém a aparência de bolhas pequenas, transparentes e sem inflamação, já as que ocorrem em uma superfície intermediária mantém a aparência de vesículas avermelhadas ou inflamadas, e por fim, apresentam vesículas grandes quando ocorreram os bloqueios nas regiões iniciais do duto. Os principais sintomas são coceira e queimação. O ato de coçar ajuda na abertura das bolhas e no aparecimento de lesões e crostas no local (pontos de pus e nódulos são sinais de bactérias, fique atento!).

A melhor forma de prevenir é evitando situações que causem calor e provocam suor abundante, o tratamento, como geralmente em todos os casos, leva em conta o grau que se encontra a doença, o local que se instalaram e a idade da pessoa.

Um exemplo deste último parâmetro é que nas crianças são adotadas medidas para refrescar a pele, aliviando o desconforto. No entanto, já em casos mais sérios, exige-se um acompanhamento médico e o uso de medicamentos como corticóide e antibiótico. 

Para te ajudar a entender melhor esse problema, segue algumas recomendações: 

  • Evitar passar cremes, loções e filtros solares
  • Usar o aparelho de ar condicionado ou ventiladores em dias muito quentes, evitando produção excessiva de suor
  • Usar roupas de algodão que vai ajudar a absorver o suor
  • Loção de calamina pode ajudar muito
  • Para os bebês, coloque maisena na água do banho
  • Se as brotoejas apresentarem sinais de infecção, corra para um dermatologista ou pediatra!

Fotossensibilidade

fotossensibilidade

 

Mais comumente conhecida como alergia ao sol, essa doença é desencadeada pela exposição aos raios solares, algo que afeta o sistema imunológico. 

As reações de fotossensibilidade incluem: urticária solar, fotossensibilização química e erupção polimorfa à luz, que acompanham coceiras e manchas na pele. 

Explicaremos para você como funciona cada uma delas:

  • Urticária Solar: pode ser caracterizada como vergões grandes vermelhos que coçam, e surge com apenas alguns minutos após a exposição ao sol. A mesma pode durar alguns instantes ou horas e uma pessoa pode estar sujeita ao desenvolvimento dessa doença por um longo tempo ou por um tempo indefinido.Geralmente, quem é mais afetado pode apresentar dores de cabeças, tonturas, fraquezas e náuseas.
  • Fotossensibilidade química: é a reação de mais de 100 substâncias que se engolidas ou aplicadas à pele, provocam reações por causa do sol. Há dois tipos de fotossensibilidade química: a fototoxicidade e a fotoalergia. 

Na primeira, as pessoas doentes sentem dor e podem desenvolver vermelhidão, inflamação e, às vezes, descoloração castanha ou cinza azulada na área onde a pele esteve exposta ao sol. Os medicamentos mais comuns que podem causar reação são os tetraciclinas ou diuréticos. Em relação a compostos químicos , os perfumes podem piorar a situação e não se pode deixar de citar algumas plantas como limas, aipo e salsinha, que contém compostos chamados de furanocumarinas e que impulsionam a pele de pessoas a ficarem mais sensíveis aos efeitos da luz ultravioleta. Essas reações são chamadas de fitofotodermatite e todas aparecem apenas nas áreas onde a luz solar atingiu.

Já na fotoalergia, a reação alérgica causa vermelhidão na pele, escamando e consequentemente coceira. Em alguns casos podem aparecer bolhas e pontos que se assemelham a urticária, esse tipo de alergia pode-se dar em razão do uso de cosméticos como pós-barba, protetores solares e sulfonamidas. Para a fotoalergia vir à tona, a pessoa tem que ter se exposto o mesmo tanto à substância e a luz solar, vale ressaltar que elas podem aparecer até mesmo em área onde o produto não foi passado e aparecem dentro de 24 a 72 horas após a exposição ao sol.

  • Erupção Polimorfa: é o terceiro e último tipo de fotossensibilidade. Essa erupção é uma reação à luz solar que ainda não é totalmente entendida, é uma das mais comuns que aparecem e ocorrem  frequentemente em mulheres e pessoas que não expõem ao sol regularmente. Aparece na forma de múltiplos nódulos vermelhos – placas - ou (raramente) como bolhas em áreas inchadas. Essas placas normalmente aparecem dentro de 30 minutos e perduram várias horas depois da exposição ao sol, geralmente desaparecendo alguns dias depois ou em semanas.

Não há exames específicos para detectar os sintomas de fotossensibilidade, mas o médico conseguirá identificar assim que as erupções começarem a aparecer nas áreas de exposição ao sol. 

Se não houver a definição exata, o médico poderá realizar testes com adesivos colocados na pele e que haja a reprodução da reação que envolve a exposição à luz UV, pois eles podem ajudar a esclarecer que tipo de reação de fotossensibilidade pode ser a causa. 

Para prevenir esses tipos de problemas sensíveis o ideal é evitar a exposição excessiva ao sol, fazer o uso de roupas protetoras e protetor solar, além de interromper o uso de medicamentos ou produtos químicos quando começar a aparecer a doença. 

Fotoenvelhecimento

fotoenvelhecimento

 

Estudos comprovam que 80% da exposição à radiação solar de uma pessoa ocorre antes dos 18 anos de idade, por isso, o que se vê por aí é o que chamamos de fotoenvelhecimento cutâneo, causado pela exposição solar constante, provocando ressecamento, alteração na textura da pele e rugas. 

Com o tempo, a pele que está passando pelo processo de fotoenvelhecimento perde o brilho e a elasticidade, começa a apresentar rugas finas ou profundas, pintas e sardas e com a exposição exagerada ao sol pode aumentar o risco do câncer de pele. 

Para evitar tal degeneração, o ideal é fazer o uso do protetor solar, ainda na primeira infância.

Apesar dos inúmeros casos dessa doença, as pessoas de pele mais clara são as mais propensas a sofrer danos mais intensos. 

Se você quer saber mais sobre o processo de envelhecimento na pele, vale a pena ler esse texto sobre o assunto. 

Ceratose actínica

ceratose

 

Diferente das doenças citadas anteriormente, podemos considerar a ceratose actínica como uma lesão formada na pele a partir da exposição ao sol, que perigosamente pode ser considerada cancerígena, precisando passar por remoção. 

Os idosos são os principais alvos, mas nada impede de jovens adultos passarem por essa doença também, afetando diferentes partes da pele como mãos, face e couro cabeludo. Essa doença aparece depois de longos períodos de exposição aos raios solares, acometendo mais frequentemente indivíduos que trabalham ao ar livre.

As principais características de ceratose são as lesões de manchas que variam, podendo ser rugosas ou ásperas com o passar do tempo. Geralmente, são pequenas e em grande quantidade. 

Mas, a ceratose actínica é sinônimo de câncer? Não. 

No entanto, caso não recebam os cuidados certos e o acompanhamento médico necessário, pode haver sim a evolução para um câncer de pele. 

Ao tratar, é necessário fazer o uso de medicamentos corretos, para que seja aliviada a  aparência das lesões e evitar que haja evolução. 

Em casos mais sérios (lesões mais profundas) existem procedimentos específicos para ajudar, como: peeling químico, laser, fototerapia, cirurgia, ácido tricloroacético e aplicação de nitrogênio que ajudam efetivamente no tratamento da ceratose. 

Câncer de Pele

câncer de pele

 

 Por fim, chegamos à última, mais temida e a mais famosa doença causada pela exposição ao sol.

Também conhecido como carcinomas, esse tipo de câncer é um dos mais comuns no Brasil, representando 25 % dos tumores malignos diagnosticados. 

A doença pode ser provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que fazem conjunto com a pele. 

Como já dito anteriormente, a radiação ultravioleta é o principal fator para o desencadeamento de tumores, mas câmaras de bronzeamento e a história familiar também são fatores de risco. 

Os tipos mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares e se tem também o mais raro e fatal dos carcinomas, o melanoma, que é o tipo mais agressivo do câncer de pele. Vejamos cada um deles a seguir: 

  • Carcinoma basocelular (CBC): sendo o que mais prevalece, tem baixa letalidade e pode ser curado com a detecção precoce, surge em regiões mais expostas ao sol como rosto, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas e raramente pode se desenvolver em áreas de difícil exposição. O tipo mais visto/encontrado, é o chamado nódulo-ulcerativo, que pode ter a forma de uma pápula vermelha, muitas vezes brilhosa, contendo uma crosta central e que sangra com muita facilidade. 
  • Carcinoma espinocelular (CEC): é o segundo na categoria dos que aparecem na pele, esse tipo pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora  assim como o basocelular, seja comum encontrar nas partes mais expostas ao sol. 

A pele nesse caso geralmente começa a apresentar enrugamentos, mudanças de pigmentação e perda de elasticidade. Uma característica importante é que ele é muito mais frequente em homens do que em mulheres.

A coloração é avermelhada e se apresenta em forma de machucados ou feridas espessas e descamativas, que não cicatrizam e sangram bastante. Claro que a exposição aos raios solares é a principal causa para o aparecimento do CEC, mas não é a única, a patologia pode estar associada a feridas crônicas e cicatrizes na pele, o uso de drogas anti rejeição de órgãos transplantados, exposição a certos agentes químicos, tabagismo e à radiação.

  • Melanoma: é o tipo menos frequente de câncer e tem o pior prognóstico, com maior índice de mortalidade. É importante frisar que as chances de cura são de mais de 90%, mesmo ele sendo complicado de tratar. A doença, em geral, tem a aparência de uma pinta, de coloração acastanhada ou enegrecida e pode causar sangramento. Por ser uma doença de alto risco, é importante sempre observar a pele, e estar atentos aos sinais que ela apresenta, para o auxílio no exame das pintas, foi criada uma regra conhecida como o ABCD que se apresenta assim:
  • Assimetria: 

Simétrico: benigno 

Assimétrico: maligno

  • Bordas: 

Regulares: benigno

Irregulares: maligno

  • Cor: 

Acima de 2 tons: maligno

1 cor: benigno

  • Diâmetro;

Acima de 6mm: provavelmente maligno 

Abaixo de 6mm: provavelmente benigno

Claro que nada dispensa a consulta com um especialista, mas essa regra é de grande ajuda para casos isolados. 

A respeito da duração do câncer de pele, os dois primeiros tipos (basocelular e espinocelular) apresentam baixa taxa de metástase, sendo assim, não se espalham pelo resto do corpo, mas são agressivos no lugar em que se instalam, podendo causar danos profundos, chegando a cartilagens e ossos. 

O melanoma em seus estágios iniciais, pode se desenvolver apenas na camada superficial da pele, facilitando assim sua remoção. 

Nos estágios mais avançados, a lesão causada é mais drástica, podendo se espalhar mais rapidamente, diminuindo as possibilidades de tratamento, por isso que o detectamento precoce é de extrema importância. 

Sobre como prevenir:  a Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda as seguintes medidas de proteção: (Disponível em: https://www.sbd.org.br/doencas/cancer-da-pele/)

  • Usar: Chapéus, camisetas e protetores solares
  • Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10h e 16h
  • Quando estiver na praia ou piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, (elas absorvem 50% da radiação ultravioleta)
  • Usar filtro solar diariamente, não somente em horários de lazer
  • Não utilizar câmaras de bronzeamento
  • Observar regularmente a própria pele
  • Consultar um dermatologista uma vez ao ano e fazer um exame completo
  • Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses de vida, então mantenha crianças e bebês protegidos do sol.

O tratamento escolhido vai variar de acordo com o tipo histológico e o grau que se encontra o câncer de pele. 

Alguns tipos de tratamentos são: a curetagem e eletrocauterização que são usados em tumores menores e superficiais e promovem a raspagem da lesão com uma cureta e um bisturi eletrônico vai matando as células cancerígenas.

A segunda alternativa é a cirurgia excisional, que também envolve a remoção do tumor com o bisturi e a retirada de uma borda adicional da pele sadia, como margem de segurança-, pode ser empregada no caso de tumores recorrentes.

A criocirurgia ajuda na destruição do tumor por meio de congelamento de nitrogênio líquido, a - 50 graus.

Existem também a Cirurgia Micrográfica de Mohs, que consiste em retirar o tumor em etapas para imediatamente ser analisado por um microscópio. Esse protocolo é indicado para casos de tumores mal delimitados ou em áreas críticas.

Por último temos a Terapia Fotodinâmica (PDT): aqui se utiliza um agente fotossensibilizante nas células normais e horas mais tarde, a área é tratada e exposta a uma luz intensa, que ativa esse fotossensibilizante e destrói as células cancerígenas, sem danos mais intensos ao tecidos de pele sadios. 

Somente um especialista pode avaliar e prescrever o tipo mais adequado para cada caso. Além dessas modalidades cirúrgicas, a quimioterapia, a radiografia, a imunoterapia e as medicações imunoterápicas são outras opções de tratamento. 

No caso do melanoma, o tratamento varia conforme a extensão e localização do tumor, bem como idade e estado geral de saúde do paciente, mas na maioria dos casos não têm cura, por isso é extrema importância detectar e tratar o quanto antes. 

Protetor solar, nosso melhor amigo!

proteção solar

 

Como pode ser notado em todo o texto, o mais citado meio de prevenção para doenças causadas pelo sol, é o protetor solar.

A pele tem como sua principal função proteger o organismo da invasão de bactérias que podem prejudicar a saúde, mas há também terminações nervosas que determinam seu grau individual de sensibilidade, por isso que ficar de olho nos sinais de quando algo está errado é de extrema importância.

O FPS (Fator de proteção solar) é representativo do filtro contra os raios ultravioletas. Com a pele protegida através do protetor solar, ela só vai sentir os efeitos do sol depois de cinco minutos.

Funciona assim: usando um protetor solar de FPS 30, por exemplo, ela suportará ficar 30 vezes mais em exposição, aumentando então o nível de proteção solar e diminuindo a sensibilidade.

Sendo assim, quanto maior for o filtro com FPS, mais potente ele vai ser? 

Não necessariamente, pois ele só poderá garantir proteção por um tempo.

O que acontece é que  o filtro precisa ser reaplicado ao longo do dia, já que ele pode acabar saindo da pele por conta de suor, água da piscina e outros eventos inesperados.

Ao fazer a aplicação do protetor solar, nosso objetivo é a proteção contra a radiação ultravioleta, mas também contra o infravermelho, a poluição e a baixa umidade do ar.

Além disso, ele também protege a pele da luz visível que é a luz emitida por celulares, computadores, televisores e lâmpadas. 

Mas o maior benefício do uso do protetor solar na defesa contra as queimaduras solares é a sua atuação em relação ao câncer de pele, que como já dito anteriormente, é causado pela exposição excessiva à radiação ultravioleta. 

Mesmo que seja em casa, o uso do protetor solar tem que ser constante, pois ele quando usado e reaplicado direitinho, pode retardar os sinais do tempo, deixando uma pele mais luminosa e viçosa.

Devido a tudo isso, é de extrema importância pesquisar sobre qual é o tipo de filtro solar ideal para o rosto e corpo. 

As doenças causadas pelo sol estão cada vez mais comuns entre nós, e as pessoas não estão dando a devida importância para esses problemas.

É comum jovens e principalmente pessoas do gênero masculino secundarizarem o uso de proteção solar, desconsiderando os efeitos negativos que essa exposição causa na pele e no envelhecimento precoce.

Se você tem negligenciado a proteção e não tem cuidado da sua pele, fique atento às mudanças desses hábitos para garantir uma melhor qualidade de vida.

E aí, já teve alguma experiência em relação à exposição solar?

Conta pra gente aqui nos comentários!

 

Referências

SIMIS, Tatiana; SIMIS, Deborah Regina Cunha. Doenças da pele relacionadas à radiação solar. Revista da Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba, v. 8, n. 1, p. 1-8, 2006.

HAYASHIDE, Juliana Midori et al. Doenças de pele entre trabalhadores rurais expostos a radiação solar. Estudo integrado entre as áreas de Medicina do trabalho e Dermatologia. Rev Bras Med Trab, v. 8, n. 2, p. 97-104, 2010.




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